Suspeito foi abordado em um posto de combustível em Várzea Grande e, segundo a Polícia Militar, afirmou que comercializava a droga a mando de uma facção criminosa.
A viagem nem chegou a começar, mas quatro malas já estavam prontas... E carregadas de droga. Um homem foi preso após a Polícia Militar encontrar mais de 170 tabletes de skunk, substância conhecida popularmente como “supermaconha”, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. A ocorrência começou em um posto de combustível, onde o suspeito teria sido flagrado comercializando entorpecentes, e terminou em uma residência com a apreensão de uma quantidade muito maior da droga.
Segundo a Polícia Militar, uma equipe fazia patrulhamento pela Avenida dos Imigrantes quando recebeu informações de populares de que um homem estaria utilizando um veículo branco para vender drogas nas proximidades. Os policiais localizaram o carro e realizaram a abordagem. Nada de ilícito foi encontrado diretamente com o suspeito, mas, durante a revista no automóvel, os militares localizaram um tablete de uma substância semelhante a skunk escondido embaixo do banco do motorista.
Estoque nas malas
Questionado pelos policiais, o homem afirmou, segundo o relato da PM, que vendia drogas na região a mando de uma facção criminosa e revelou que havia mais entorpecentes guardados em sua casa, localizada no bairro 13 de Setembro. A equipe seguiu até o endereço indicado e encontrou quatro malas contendo outros 171 tabletes de uma substância com características semelhantes às do material localizado no veículo. Com o tablete encontrado inicialmente no carro, a apreensão chegou a 172 unidades.
O suspeito foi detido e encaminhado, juntamente com todo o material apreendido, para a Central de Flagrantes, onde foram adotados os procedimentos cabíveis. O episódio chama atenção não apenas pelo volume encontrado, mas também pela suspeita de ligação com uma organização criminosa, informação que partiu do próprio detido, conforme registrado pela Polícia Militar. O caso deverá seguir sob investigação para esclarecer a procedência da droga, seu destino e a eventual participação de outras pessoas no esquema.