Caso aconteceu em Olinda e será investigado pela Polícia Civil; administração suspendeu as atividades em sinal de luto e para colaborar com as apurações
Um dia de lazer terminou em tragédia para uma família pernambucana. O menino Bryan Henrique de Souza de Barros, de 7 anos, morreu após se afogar em uma piscina do Parque Aquático Via Park, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife. A criança chegou a ser retirada da água desacordada, recebeu os primeiros socorros ainda no local e foi encaminhada com urgência para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu. O caso comoveu moradores da região e mobilizou as autoridades, que já iniciaram a investigação para esclarecer as circunstâncias do acidente.
Segundo informações da Polícia Civil, a ocorrência foi registrada pela 7ª Delegacia Seccional de Olinda. Familiares relataram que o menino brincava no parque quando acabou se afogando. De acordo com relatos divulgados pela imprensa local, a piscina aparentava ser rasa, mas havia um trecho em que a profundidade ultrapassava 1,60 metro. As circunstâncias exatas do afogamento ainda serão esclarecidas durante o inquérito, que deverá apontar se houve falhas de segurança ou eventual responsabilidade pelo ocorrido.
Investigação em andamento
Em nota oficial, o Parque Aquático Via Park informou que decidiu manter as portas fechadas no dia seguinte à tragédia por iniciativa própria, em respeito à família da vítima e para colaborar integralmente com as investigações. A administração afirmou que os primeiros socorros foram prestados imediatamente após o acidente e que a equipe permanece prestando assistência aos familiares. Até o momento, o estabelecimento não divulgou uma previsão para a retomada das atividades.
A morte de Bryan reacendeu o debate sobre a segurança em áreas de lazer aquático e a necessidade de reforçar medidas preventivas para evitar acidentes, especialmente durante o período de férias escolares, quando parques e clubes costumam receber um grande número de visitantes. Enquanto a perícia reúne elementos para esclarecer a dinâmica do afogamento, a Polícia Civil seguirá ouvindo testemunhas e analisando imagens e demais provas que possam ajudar a determinar como a tragédia aconteceu e se houve negligência por parte dos responsáveis pelo local.