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Aventuras em trilhas com seu pet exigem planejamento e cuidados

02/07/2026 20:54 Por Elaine Ribeiro

Especialistas e perfis especializados reforçam que o bem-estar do animal deve ser prioridade em qualquer passeio

Levar o pet para uma aventura ao ar livre deixou de ser exceção e se tornou um hábito para muitos tutores. Atualmente, não há quem não leve o animal para curtir um fim de semana ou explorar novos caminhos, acompanhando uma tendência que cresce em todo o país. O aumento desse interesse fez surgir, inclusive, empresas que oferecem trilhas especialmente voltadas para cães, proporcionando experiências seguras e adaptadas para os companheiros de quatro patas.

Para fazer trilhas com seu cachorro no Rio de Janeiro ou em outro estado, a orientação é optar por áreas que permitem cães oficialmente. No município do Rio de Janeiro, é aceito fazer trilha com o animal na Pista Cláudio Coutinho, na Urca, na orla da Lagoa Rodrigo de Freitas e em algumas rotas do Parque Estadual da Pedra Branca, na Zona Oeste. O ideal é buscar trilhas e circuitos pet friendly, já que o bem-estar do animal deve vir em primeiro lugar. Caminhos pavimentados, planos e seguros, cercados pelo mar e pela mata, costumam ser os mais indicados para garantir uma experiência tranquila ao cão.

Cuidados indispensáveis

A recomendação é escolher sempre locais arborizados, seguros e que permitam a presença de animais domésticos, já que muitos parques proíbem a entrada de pets para proteger a fauna nativa. O uso de coleira e guia é obrigatório em todos os os locais, enquanto cães de grande porte também devem utilizar focinheira. Outro cuidado essencial é manter a hidratação adequada, evitar os horários de maior calor e levar água, além de saquinhos higiênicos para recolher os resíduos durante o passeio.

Perfis especializados no Instagram, como ConexaoAventrilheiros, Queroehtrilhar e TrilhandodeBoa, compartilham orientações para quem deseja levar o pet às trilhas. Entre as principais dicas estão escolher percursos adequados, levar água e petiscos extras, utilizar equipamentos apropriados, como coleira confortável e identificação com nome e telefone do animal. Eles também destacam uma recomendação considerada de ouro: observar sinais de cansaço, como respiração ofegante, língua arroxeada ou falta de disposição. Nesses casos, a caminhada deve ser interrompida imediatamente. Afinal, a prioridade deve ser sempre o bem-estar do pet.

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