Evento ocupa os teatros Riachuelo e TotalEnergies entre 29 de julho e 16 de agosto, com abertura do Grupo Galpão e encerramento com Marco Nanini
Depois de uma estreia marcada por sessões esgotadas, o Festival de Teatro do Rio de Janeiro retorna maior e mais ambicioso. Entre os dias 29 de julho e 16 de agosto, os palcos do Teatro Riachuelo e do Teatro Adolpho Bloch (TotalEnergies) recebem uma programação que reúne sucessos recentes da cena teatral brasileira, consolidando o evento como um novo polo cultural da cidade. A abertura ficará a cargo do Grupo Galpão, que chega de Belo Horizonte celebrando quatro décadas de trajetória com “(Um) Ensaio sobre a Cegueira”, enquanto o encerramento será protagonizado por Marco Nanini, que estreia “Fim de Partida” no Rio.
Ao longo da programação, o Festival mantém sua proposta de destacar montagens que impactaram o teatro no último ano, ao mesmo tempo em que investe na formação de público e no fortalecimento do setor. Produzido pela Aventura, de Aniela Jordan e Luiz Calainho, e com curadoria de Maria Siman, o evento também prepara uma série de atividades formativas reunidas no Palco 360, cuja programação completa ainda será divulgada.
Programação consagrada e apostas
Entre os destaques, o público carioca poderá assistir à estreia local de “Balada da Louca”, solo de Lilia Cabral em que revive Rita Lee, após temporada com ingressos esgotados em São Paulo. “Fim de Partida” também chega ao Rio cercado de expectativa, depois de lotar sessões e receber elogios da crítica, com direção de Rodrigo Portella e elenco que inclui Guilherme Weber, Ary França e Helena Ignez.
O Festival ainda abre espaço para espetáculos que já conquistaram o público carioca, como “O Motociclista no Globo da Morte”, que rendeu prêmios a Eduardo Moscovis, além de “Mulher em Fuga”, com Malu Galli e Tiago Martelli, e “Deserto”, dirigido por Luiz Felipe Reis. A nova edição também expande sua ocupação no Teatro TotalEnergies, incluindo a Sala Adolpho Bloch, áreas de convivência e espaços de ensaio, que receberão a mostra inédita “Nova Cena”, além de cursos, debates e workshops. A expectativa da organização é consolidar o Festival no calendário cultural da cidade, ampliando o diálogo entre artistas e público e fortalecendo a cena teatral contemporânea.