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Militão fora: Jogador vai à mesa de cirurgia e não disputará a Copa do Mundo

28/04/2026 08:11 Por Redação NTD

Zagueiro do Real Madrid opta por procedimento e deve ficar meses longe dos gramados

O roteiro da Copa do Mundo 2026 ganhou mais um capítulo amargo para o Brasil: o zagueiro Éder Militão precisará passar por cirurgia e está fora do torneio. A decisão, tomada após avaliações médicas detalhadas e conversas entre o jogador, seu estafe, e profissionais de saúde, encerra qualquer expectativa de recuperação a tempo da competição. A ausência do defensor representa uma perda expressiva não apenas pela qualidade técnica, mas também pela experiência acumulada em jogos decisivos, e pela liderança dentro de campo.

De acordo com as informações divulgadas, o jogador do Real Madrid deve ser operado ainda nesta semana, em um procedimento que será realizado na Finlândia, onde especialistas já acompanham seu diagnóstico. A lesão exigiu uma análise criteriosa entre seguir com um tratamento conservador ou optar pela intervenção cirúrgica; alternativa escolhida visando uma recuperação mais completa, e, principalmente, com menor risco de recorrência. A decisão também leva em conta o calendário futuro do atleta, e a necessidade de preservar sua carreira a longo prazo.

Corte inevitável

Com a cirurgia confirmada, o tempo estimado de recuperação gira em torno de aproximadamente cinco meses, o que inviabiliza totalmente sua participação no Mundial, que será disputado entre junho e julho, nos Estados Unidos, México e Canadá. O prazo inclui não apenas a reabilitação física, mas também o período de readaptação aos treinos e ao ritmo competitivo, etapa considerada fundamental para evitar novas lesões. Dessa forma, qualquer possibilidade de retorno antecipado foi descartada pela equipe médica.

Peça fundamental tanto no clube quanto na seleção brasileira, Militão vinha sendo tratado como um dos pilares do sistema defensivo, especialmente pela sua versatilidade, tanto na zaga quanto na lateral direita, velocidade e capacidade de leitura de jogo. Sua ausência obriga a comissão técnica a revisar planos e testar novas formações na reta final de preparação. Em um cenário de alta competitividade e pouco tempo para ajustes, o desafio será encontrar soluções que mantenham o nível de solidez defensiva esperado para a disputa do torneio.