Lavô projeta alta na demanda e serviços práticos ganham espaço na rotina de viajantes e moradores
O verão brasileiro, marcado por calor intenso e cidades cheias, vem impulsionando setores que orbitam o cotidiano dos turistas. Entre eles, as lavanderias self-service aparecem como uma solução cada vez mais integrada à experiência de viagem. Líder do segmento no país, a Lavô estima crescimento de 15% na demanda ao longo da estação, na comparação com o mesmo período de 2025, refletindo o aumento da circulação de pessoas e a busca por conveniência.
Dados da Embratur indicam que o Brasil começou 2026 mantendo o ritmo recorde do ano anterior, com cerca de 9,3 milhões de turistas estrangeiros — número 30% acima da meta prevista pelo Plano Nacional de Turismo 2024–2027. Com praias e grandes centros em alta ocupação, cresce a procura por serviços que facilitem a rotina fora de casa. Para Angelo Max Donaton, CEO da Lavô, a lavanderia self-service deixa de ser apenas operacional e passa a compor o conjunto de comodidades valorizadas pelo consumidor moderno.
Calor e praticidade impulsionam o setor
O cenário climático também contribui para o avanço do segmento. Projeções do Climatempo apontam que 2026 pode figurar entre os anos mais quentes já registrados, com temperaturas acima da média e episódios de calor extremo em diferentes regiões. O resultado direto é o aumento na frequência de lavagens e na necessidade de serviços rápidos durante viagens mais longas.
Segundo o executivo, a combinação de calor prolongado e deslocamentos intensos fortalece a preferência por soluções autônomas e acessíveis. O consumidor busca resolver necessidades básicas sem perder tempo ou depender de horários restritos, o que vem consolidando o modelo de autoatendimento como tendência no setor de serviços e ampliando o protagonismo das lavanderias na alta temporada.