Estado empata com Santa Catarina e vê melhora consistente no mercado de trabalho
No compasso acelerado de uma economia que surpreende, Mato Grosso entrou no terceiro trimestre com uma marca que chama atenção: a segunda menor taxa de desemprego do Brasil. De acordo com a PNAD Contínua, divulgada pelo IBGE o estado registrou apenas 2,3% de desocupação — índice que o coloca lado a lado com Santa Catarina no topo do ranking nacional.
O desempenho mato-grossense é acompanhado por Rondônia e Espírito Santo, ambos com 2,6%. Pelo critério do IBGE, são consideradas desocupadas as pessoas sem trabalho, mas que seguem em busca ativa por uma oportunidade, em linha com padrões internacionais de avaliação do mercado de trabalho.
Melhora consistente
A queda na taxa de desemprego confirma a tendência de avanço. No segundo trimestre, o índice era de 2,8%, o que representava 58 mil pessoas desocupadas. Agora, esse número caiu para 48 mil. Ao todo, Mato Grosso reúne mais de dois milhões de trabalhadores, com destaque para o setor privado, que emprega mais de um milhão de pessoas — sendo 866 mil com carteira assinada.
No setor público, 227 mil servidores compõem a força de trabalho, enquanto a informalidade reúne 689 mil ocupados. Esse último grupo apresentou redução em relação ao trimestre anterior, quando somava 719 mil pessoas, reforçando o movimento de melhora na qualidade das ocupações no estado.