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A 6ª Corrida e Caminhada de Combate ao AVC acontecem na Lagoa Rodrigo de Freitas

16/10/2025 12:41 Por Redação NTD

Hospital Quali Ipanema promove evento no Dia Mundial do AVC para reforçar prevenção e rapidez no atendimento

No dia 26 de outubro, a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, sediará a 6ª Corrida e Caminhada de Combate ao AVC, promovida pelo Centro de Estudos do Instituto do Hospital Quali Ipanema e idealizada pela Sociedade de Neurocirurgia do Rio de Janeiro, com o apoio da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN). O evento marca o Dia Mundial do AVC e tem por objetivo conscientizar a população sobre a prevenção, a identificação precoce dos sintomas e a importância do tratamento rápido para reduzir mortalidade e sequelas desta condição que figura entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo.

“O tempo de atendimento precisa ser inferior a 60 minutos, alinhando-se às melhores práticas internacionais para esses casos”, afirma o neurocirurgião Dr. Orlando Maia, do Hospital Quali Ipanema, certificado com o WSO Angels Awards nível Platinum no atendimento ao AVC. Segundo especialistas, cada minuto conta: intervenções mais céleres aumentam significativamente a chance de recuperação e diminuem a extensão das lesões cerebrais, sobretudo quando a população e os serviços de saúde estão preparados para agir rapidamente.

Sobre o AVC

O acidente vascular cerebral ocorre por alteração do fluxo sanguíneo cerebral que provoca morte de células nervosas na área atingida e divide‑se, principalmente, em dois tipos: isquêmico, causado pela obstrução de um vaso (por coágulo ou placa de gordura) responsável por aproximadamente 80% dos casos, e hemorrágico, decorrente da ruptura de um vaso cerebral, que responde por cerca de 20% dos episódios. A vigilância sobre os sinais iniciais e o encaminhamento imediato a serviços capacitados são fundamentais para o prognóstico.

Fatores de risco e sinais de alerta. Condições socioeconômicas, envelhecimento, histórico familiar, predisposição genética, com maior incidência em pessoas negras, além de doenças como hipertensão, diabetes e dislipidemia, aumentam substancialmente o risco de AVC. Mulheres apresentam risco levemente superior ao dos homens por fatores hormonais e de formação de coágulos. Dentre os sinais de alerta, destacam‑se confusão mental, alterações da fala e da compreensão, comprometimento visual, dor de cabeça súbita sem causa aparente, tontura, perda de equilíbrio e fraqueza ou formigamento em rosto, braço ou perna; ao identificá‑los, a orientação é procurar atendimento médico imediato.